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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Posted by Sérgio
No comments | 11:29:00

                              Até agora os escalões de IRS eram:

Rendimento Colectável
(euros)
Taxas
(percentagem)
Normal (A)
Média (B)
Até 4 898
De mais de 4 898 até 7 410
De mais de 7 410 até 18 375
De mais de 18 375 até 42 259
De mais de 42 259 até 61 244
De mais de 61 244 até 66 045
De mais de 66 045 até 153 300
Superior a 153 300
11,50
14,00
24,50
35,50
38,00
41,50
43,50
46,50
11,500 12,3480
19,5990
28,5860
31,5040
32,2310
38,6450
-
                                           Os novos escalões são:

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Posted by Sérgio
1 comment | 09:44:00
É sobejamente conhecida a notícia, que deu conta de enfermeiros que eram contratados por pouco mais de 4 euros por hora. Muitos referiram que este valor era inferior ao salário mínimo nacional. Pura mentira. O salário mínimo nacional é de 485 euros mensais o que por hora corresponde a cerca de 2.80 euros.
Estes valores indignaram muita gente, ao ponto de ser notícia televisiva. Disse-se que era uma vergonha um profissional qualificado ganhar cerca de 4 euros à hora.
Esta semana surge uma outra notícia. É um caso passado na Marinha Grande. Uma empresa coloca um anúncio no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), pedindo um engenheiro. O salário oferecido era de 485 euros por mês.
A Ordem dos Engenheiros protestou de imediato este anúncio, declarando que muitas empresas, com o falso argumento da crise que o país atravessa, pagam aos colaboradores engenheiros (quadros qualificados) salários que não estão condizentes com as funções desempenhadas. Esta entidade refere ainda que, se uma empresa não consegue pagar uma salário justo a este tipo de colaboradores, não deve permanecer no mercado.
Posto isto, e sendo advogado em causa própria, pergunto quantos contabilistas estarão a trabalhar ganhando o salário mínimo nacional? Os engenheiros e os enfermeiros não podem ganhar assim tão pouco, porque são quadros qualificados, e os contabilistas também não são? As ordens dos enfermeiros e dos engenheiros mostraram-se indignadas com esta situação e demonstraram-no publicamente. E a ordem dos Técnicos Oficiais de Contas? Não tem nada a dizer? Compactua com os salários miseráveis que os seus membros recebem? Já é tempo de pensar numa ordem que defenda verdadeiramente os interesses de uma classe profissional tão desprotegida, e de forma honrosa lute pela dignificação da profissão. 

sexta-feira, 30 de março de 2012

Posted by c2contabilidade
No comments | 09:40:00
Desde 1 de janeiro de 2011 que a LGT já prevê que «as instituições de crédito e sociedades financeiras têm a obrigação de fornecer à administração tributária, até ao final do mês de Julho de cada ano (...) o valor dos fluxos de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efetuados por seu intermédio, a sujeitos passivos que aufiram rendimentos da categoria B de IRS [empresários em nome individual] e de IRC [empresas], sem por qualquer forma identificar os titulares dos referidos cartões».

«As instituições de crédito e sociedades financeiras têm ainda a obrigação de fornecer, a qualquer momento, a pedido do diretor-geral da Autoridade Tributária e Aduaneira ou do seu substituto legal, ou do conselho diretivo do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I.P., as informações respeitantes aos fluxos de pagamentos com cartões de crédito e de débito, efetuados por seu intermédio aos sujeitos passivos referidos no número anterior que sejam identificados no referido pedido de informação, sem por qualquer forma identificar os titulares dos referidos cartões», lê-se na alteração que o Governo quer fazer à Lei Geral Tributária.


Numa outra proposta de alteração à Lei Geral Tributária, o Governo também pretende que os pagamentos superiores a 1.000 euros que sejam efetuados às empresas não possam ser feitos em dinheiro, quando a lei atual apenas impedia pagamentos a dinheiro quando superiores a 20 vezes o salário mínimo nacional (9.700 euros).

«Os pagamentos respeitantes a faturas ou documentos equivalentes de valor igual ou superior a 1.000 devem ser efetuados através de meio de pagamento que permita a identificação do respetivo destinatário, designadamente transferência bancária, cheque nominativo ou débito direto», lê-se na proposta do Governo.


Fonte: Agência financeira

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Posted by c2contabilidade
8 comments | 10:10:00
O governo alterou o orçamento de estado para 2012, na questão dos cortes dos subsídios de férias e de natal dos funcionários públicos. Assim o corte da totalidade dos subsídios acontece para quem ganha acima de 1.100€, ficando resguardado quem ganha abaixo de 600€.


Tabela exemplificativa do corte nos subsídios na função pública

Rendimento Mensal
Corte
Montante de Subsídios
(Sub. Férias + Natal)
600
0
1200
650
220
1080
700
440
960
750
660
840
800
880
720
850
1100
600
900
1320
480
950
1540
360
1000
1760
240
1050
1980
120
1100
2200
0
                                                                              Valores em euros

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Posted by c2contabilidade
1 comment | 17:22:00
Sociedade?

Sociedade é um conjunto de pessoas que interagem entre si e partilham valores, costumes e propósitos. "Está implícito no significado de sociedade que seus membros compartilham interesse ou preocupação mútuas sobre um objectivo comum". Ora aqui é que está o problema, a sociedade portuguesa tem um objectivo comum?

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Posted by c2contabilidade
1 comment | 17:05:00
Primeiro temos que enquadrar bem a posição de um contabilista. Normalmente é um empresário ou empregado por conta de outrem, que presta serviços às empresas. Deste ponto de vista, é sempre difícil um profissional insurgir-se contra quem lhe paga o salário ou uma avença. é uma espécie de ditadura do século XXI, do género, fazes o que eu quero, porque sou eu que te pago, se não  fizeres, tenho centenas de pessoas para o teu lugar. 
Temos aqui um problema. Os contabilistas também têm família e contas para pagar, como os comuns mortais, ele precisa de trabalho. Este é o estado de coisas actual.
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